Amazon.com
| Amazon.com | |
|---|---|
| Amazon.com, Inc. | |
| Slogan | ...and you're done |
| Tipo | Pública |
| Cotação | NASDAQ: AMZN NASDAQ-100 Componente S&P 500 Componente BM&F Bovespa: AMZO34 |
| Indústria | E-commerce, |
| Fundação | 1994 |
| Sede | Seattle, Washington, |
| Áreas servidas | Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão, Alemanha, Canadá, China, Itália, Espanha, Brasil, Índia |
| Presidente | Jeff P. Bezos |
| Empregados | 56,200 (2012) |
| Produtos | A2Z Development, A9.com, Alexa Internet, Amazon.com, Kindle, Amazon Studios, Amazon Web Services, Audible.com, Endless.com, IMDb, LoveFilm, Zappos.com, Woot, Junglee.com |
| Lucro | |
| Página oficial | Amazon.com |
Amazon.com (NASDAQ: AMZN) é uma empresa multinacional de comércio electrónico dos Estados Unidos com sede em Seattle, estado de Washington. Foi uma das primeiras companhias com alguma relevância a vender produtos na Internet. Amazon inclui, igualmente, a Alexa Internet, A9.com, e a Internet Movie Database (IMDb). A empresa estava prevista para iniciar as vendas no Brasil dia 1° de setembro de 2012[2] , mas não conseguiram firmar acordo com as editoras e o depósito onde ficaria os produtos, não estava pronto. A Amazon tinha data de estreia prevista em junho de 2013, mas a empresa conseguiu antecipar esse prazo e entrou no ar a meia-noite do dia 6 de dezembro de 2012. Comprou o site boxofficemojo.com, um site estadunidense que acompanha as receitas mundiais
Índice
História[editar | editar código-fonte]
Jeffrey Bezos, dono da Amazon.com, largou uma famosa empresa em Wall Street onde trabalhava quando, aos 30 anos, percebeu a evolução/revolução emergente da internet e imaginou um novo negócio que ainda ninguém tinha pensado.
Em 1994 saiu de Nova Iorque e foi para o Pacífico atrás de capital de risco.
Encontrou quatro lugares livres de impostos estaduais, e escolheu Seattle, porque ali estava um dos maiores distribuidores de livros, a empresa Ingram.
E tendo vinte itens em mente para ser o produto chave para seu arranque, escolheu os livros em Julho de 1995 e começou ali a Amazon.com.
Em 2000, com 6 anos, previa chegar a um bilhão de dólares de vendas, mas já em 1999 fechou o ano com 1,6 bilhões de dólares, 8,4 milhões de clientes e 3 vezes mais que o ano de anterior (1998).
Cotações[editar | editar código-fonte]
As ações no Nasdaq começaram com 18 dólares, chegaram a valer 209 dólares no início de 1999 (ano em que Jeffrey foi escolhido homem do ano pela revista Time) e atualmente (05/2013) valem 277,57 dólares.
A Amazon acumula prejuízos, mas isso não incomoda Jeffrey que diz que a questão é "longo prazo".
No último ano fiscal[quando?] conseguiram lucro líquido de 902 milhões de dólares.
Números[editar | editar código-fonte]
- Data de fundação: 1994
- Lançamento do (site) na Web: Junho de 1995
- IPO no Nasdaq: Maio de 1997
- Facturação 1999: 1,64 bilhões de dólares (crescimento de 170% a 1998)
- Facturação 1999 na Europa: 280 milhões de dólares (17% do global)
- Resultados 1999: - 390 milhões de dólares (crescimento do déficit em 427% a 1998)
- Nº de Centros de Distribuição: 9 nos Estados Unidos, 9 na Europa e 4 na Ásia
- Nº de clientes em 31 de dezembro de 1999: 17 milhões (crescimento de 175% em relação a 1998)
- Clientes repetentes: 73%
- Vendas por cliente: 116 dólares (crescimento de 10% face a 98)
- Nº de registrados: 1 milhão
- Nº de leilões on line: 1,5 milhões
- Investimento em parceiros: 1 bilhão de dólares
- Gastos em Marketing em 1999: 413 milhões de dólares (crescimento de 130% face a 98)
- Gastos em Desenvolvimento em 1999: 160 milhões de dólares (crescimento de 176% face a 1998)
Amazon no Brasil[editar | editar código-fonte]
Em Dezembro de 2011 a Amazon contratou o brasileiro Mauro Widman para orientar a empresa sobre os primeiros passos da entrada da empresa no mercado Brasileiro. O planejamento inicial era entrar em operação em Abril de 2012 - porém não foi possível atingir a meta planejada de negociação com 100 editoras no país, chegando a marca de somente 10 editoras. O planejamento foi então reprogramado para lançamento da loja virtual no país para 1 de Setembro de 2012[3] , e novamente, foi adiado para junho de 2013.
Porém com uma reviravolta nos "negócios", a empresa conseguiu antecipar esse prazo em 6 meses, e no dia 6 de Dezembro de 2012 a Amazon.com foi ar sob o domínio .com.br [4] , mas ela ainda não comercializava nada além do Kindle e de algumas dezenas de edições de e-books, os produtos eletrônicos tão desejados em terras Brasileiras ainda não estão à venda.
Barreiras que dificultaram a entrada no Brasil[editar | editar código-fonte]
A Amazon estaria enfrentado dificuldades de entrada no Brasil por conta de concorrentes como por exemplo a Saraiva (livraria). Segundo fontes da Istoé Dinheiro, a concorrente estaria usando seu poder sobre editoras do país para dificultar a entrada da Amazon no Brasil. Ainda segundo estas fontes, a Saraiva estaria fazendo ameaças de represálias comerciais à editoras que fizessem acordo com a empresa americana. A Saraiva, através do seu CEO Marcílio Pousada nega as acusações: “Jamais falaríamos isso, Temos 97 anos de relacionamento com as editoras.” [3]
Em 6 de dezembro de 2012, o site brasileiro da Amazon entrou no ar. O visual do site segue o mesmo padrão da versão norte-americana da loja, mas com todos os textos escritos em português brasileiro. Como anunciado anteriormente, a Amazon deve trabalhar apenas com livros digitais.[5] [6]
A Amazon agora também envia produtos dos EUA para o Brasil[editar | editar código-fonte]
Com intuito de melhorar a relação com os consumidores brasileiros, a Amazon contratou um consultor brasileiro para cuidar das questões alfandegarias e começou a enviar os produtos para o Brasil.
Porém, a quantidade de produtos que são enviados diretamente da Amazon para o Brasil ainda é limitada.
Tecnologias utilizadas pela Amazon[editar | editar código-fonte]
O site mais conhecido que realiza B2C é o Amazon.com, cujos desenvolvimentos em TI receberam patentes nos Estados Unidos, o que os mantém à frente da competição. Este fato é decorrente da revisão continuada do modelo de negócio realizada pelo portal, a fim de aprimorar a experiência do cliente. Os clientes podem, por exemplo, personalizar suas contas na Amazon e gerenciar pedidos online com o recurso patenteado "One-Click". Além disso, a Amazon incluiu serviços e fez alianças para atrair mais clientes e aumentar suas vendas. Investe muito em sua infraestrutura de TI, os quais muitos de seus componentes foram patenteados.[7]
A lista de patentes da Amazon, a seguir, mensura o lado legal do varejo eletrônico e explica porque muitos dos principais varejistas utilizam a Amazon.com como seu portal de vendas.
- 6.525.747 - Método e sistema de condução de discussão sobre um item
- 6.029.141 - Sistema de indicação ao cliente online, também conhecido como Affiliate program (programa de afiliação)
- 5.999.924 - Método para a produção de consultas em sequência
- 5.963.949 - Método para a coleta de dados em formulários e barreiras de busca
- 5.960.411 - Método e sistema para que um pedido seja feito via comunicação em rede (pedido via One-Click)
- 5.826.258 - Método e aparato para estruturar consultas e interpretação de informação semiestruturada
- 5.727.163 - Método seguro para comunicação de dados de cartão de crédito ao fazer um pedido em rede não segura.
- 5.715.399 - Método e sistema seguros para comunicação de uma lista de números de cartão de crédito em uma rede não segura
Ver também[editar | editar código-fonte]
Referências
- ↑ Form 10-K, Amazon.com, Inc. United States Securities and Exchange Commission.
- ↑ Cintia Esteves (21 de março de 2012). Amazon.com inicia vendas no Brasil em 1º de setembro iG Brasil Econômico. Visitado em 22 de março de 2012.
- ↑ a b "Os planos da Amazon para o Brasil" , Istoé Dinheiro, 23 de Março, 2012.
- ↑ "Amazon brasileira está no ar" Tecnoblog, 06 de Dezembro de 2012.
- ↑ Wikerson Landim (6 de Dezembro de 2012). É do Brasil: Amazon brasileira finalmente está no ar Tecmundo. Visitado em 8 de dezembro de 2012.
- ↑ "Amazon" , Fórum ImporteSIM!, 23 de Março, 2013.
- ↑ Turban, Efraim. Tecnologia da informação para a gestão: em busca do melhor desempenho estratégico e operacional. 8 ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. p. 167–168. ISBN 978-85-8260-014-6