Nota: Este artigo é sobre o navegador. Para o sistema operacional, veja Google Chrome OS.
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Atualmente, o Chrome é o navegador mais utilizado no mundo, com 49,18% dos usuários de Desktop, contra 22,62% do Internet Explorer e 19,25% do Mozilla Firefox, segundo a StatCounter.[8] Além de desenvolver o Google Chrome, o Google ainda patrocina o Mozilla Firefox, um navegador que é desenvolvido pela Fundação Mozilla. Atualmente, a versão 25 é a mais usada no mundo. [9] .
A partir da versão 28, o Chrome deixa de usar o WebKit como motor de renderização e passa a usar o Blink, desenvolvido pelo Google.[10]
Em Fevereiro de 2015, a empresa anunciou mudanças no Chrome e na ferramente de pesquisa. O navegador mostrará uma tela de atenção em sites que sejam maliciosos. O usuário terá a opção de ignorar o aviso e carregar o site. [11]
O navegador também possui um modo de navegação anônima (para ativar aperte Ctrl + Shift + N). Esse recurso é usado para quem quer usar a internet sem que seus dados e cookies sejam salvos no histórico.[12]
O Chrome envia detalhes de seu uso para a Google através de mecanismos de rastreamento, mas alguns desses mecanismos podem ser desativados pelo usuário.[17] Os mecanismos de rastreamento conhecidos são os seguintes:
Texto codificado, de acordo com a Google, contendo informação não-identificadora de como e quando o Chrome foi baixado, sendo utilizado para a medição de campanhas promocionais.[19] A Google oferece o código fonte para decodificar este texto.Quando baixado diretamente do site da Google, pode ser desabilitado manualmente.[21]
Nas buscas através do Google;
Na primeira vez que a barra de endereço é usada.[19]
O anúncio oficial, por meio de uma história em quadrinhos (banda desenhada em Portugal) a ser enviada para jornalistas e blogueiros, foi planejado para 3 de setembro de 2008.[23] No entanto, as cópias planejadas para a Europa foram enviadas antes da data de lançamento oficial e o blogueiro Philipp Lenssen do Google Blogoscoped recebeu sua cópia no dia 1 de setembro de 2008.[24] . Ele, posteriormente, digitalizou a história em quadrinhos de 38 páginas e a publicou em seu website[25] .
Em 3 de setembro de 2008, uma notícia no Slashdot chamou a atenção para uma passagem nos termos de serviço para a primeira versão beta, o que parecia conceder uma licença para o Google a todos os conteúdos transmitidos através do navegador. No mesmo dia, o Google respondeu a essas críticas, afirmando que a linguagem utilizada foi emprestada a partir de outros produtos, e removeu a passagem em causa dos termos de serviço. A primeira versão do Google Chrome passou nos testes Acid1 e Acid2, mas não no Acid3. No entanto, ele teve uma pontuação de 78/100, que é superior tanto ao Internet Explorer 7 quanto ao Firefox 3, mas inferior ao Opera Browser.
Recentemente, em fevereiro de 2015, uma nova versão do Chrome (40.0.2214.109), feita para aparelhos celulares com Android, disponibiliza 11 correções referentes à segurança. Aos poucos os aparelhos deverão receber esse pacote.[26]
Abaixo é possível conferir as mudanças e melhorias que ocorreram no programa desde seu primeiro lançamento até a atual versão disponível para download.
Enviando e-mails do Yahoo! Mail funciona novamente;
Windows Live Hotmail agora funciona. Enquanto a equipe do Hotmail trabalha em uma correção adequada, estamos implantando uma solução que muda a seqüência do agente do usuário que o Google Chrome envia ao solicitar URLs que terminam com mail.live.com.[31]
Enviando e-mails do Yahoo! Mail funciona novamente;
A mudança na versão 1.0.154.46 ao corrigir um problema no Hotmail causou outro problema para os usuários no modo incógnito ao tentar acessar a sites que dependem do cabeçalho User-Agent. Este cabeçalho identifica o tipo de navegador que fez o pedido e deve ser parte de cada pedido, mesmo no modo Incognito. Este problema foi corrigido. Existe também uma correção para um bug de segurança, onde os argumentos de linha de comando pode ser injetado e executado pela obtenção de um usuário ao clicar em um link em outros navegadores.[32]
ChromeHTML manipulador de protocolo de desvio de mesma origem: Um erro na manipulação de URLs: protocolo pode permitir a um invasor executar scripts de sua escolha em qualquer página ou enumerar os arquivos no disco local, sob certas condições.[34]
Uma nova notificação na inicialização que faz com que seja mais fácil de configurar o Google Chrome como navegador padrão. Se você não quer que o Google Chrome seja o navegador padrão, pode clicar em "Não perguntar novamente";
Um problema de corrupção de memória quando o WebKit de objetos SVGList. Visitar um site malicioso pode levar à execução arbitrária de código. O código arbitrário seria limitado pela área de segurança do Google Chrome;
Suporte ao recurso autocompletar na barra de endereços e página de abas aprimorada (com possibilidade de remoção de ícones ou thumbnails de uma nova aba;
Foram corrigidos mais de 300 bugs em relação à versão anterior.[37]
Esta versão inclui apenas uma única alteração que adiciona um link de imagem para a página de nova guia que orienta os novos usuários para a galeria de temas.[45]
corrigir um problema em potencial que poderia causar o Google Chrome para parar de trabalhar e uma questão de segurança. Esta versão remove uma dependência em uma biblioteca do Windows (t2embed.dll) que não é exigido pelo Google Chrome. Se a biblioteca está faltando ou o usuário não tem permissão para lê-lo, as versões anteriores do Google Chrome iria falhar silenciosamente.[47]
O Google libera a nova versão estável do Chrome que traz diversas melhorias e novos recursos, entre eles é possível notar que é a primeira versão estável a ser lançada simultâneamente para Windows, Linux e Mac OS X, e mais, maior velocidade no processamento de JavaScript, geolocalização, as opções de privacidade agora estão agrupadas as de conteúdo, possuindo uma nova janela de privacidade, preferências de sincronização (bookmarks, preferências pessoais e temas), gerenciador de bookmarks totalmente refeito (utilizando HTML5, e apresenta-se como uma página inteira, ao invés de uma janela apertada), novos recursos do HTML 5 implementados, controles de ativação das extensões para o modo privado.[56]
Esta atualização oferece suporte para o gerente de senha no Linux e corrige desempenho e estabilidade do mesmo, diversas outras correções de segurança.[78]
Esta atualização contem uma nova versão do Adobe Flash Player, que inclui uma correção para uma vulnerabilidade de segurança e entre outras correções de segurança para o navegador.[79]
Esta versão também contém o Flash Player 10.3, que é uma versão intermediária, trazendo uma maior estabilidade, segurança, proteção à privacidade do usuário e novos recursos para empresas e desenvolvedores.[83]
Revogada confiança para certificados SSL emitidos por CAs intermediárias DigiNotar controlado que são utilizadas pelo programa holandês PKIoverheid.[94]
A primeira versão estável (5ª versão) foi lançada em 25 de maio de 2010 para os sistemas Linux e Mac OS X. Atualmente o Google Chrome encontra-se na mesma versão disponibilizada para o sistema Windows.
Linux: Suportados os ambientes Debian, Ubuntu, Fedora e openSUSE
Atualmente, o Chrome é o navegador mais utilizado no mundo, com 49,18% dos usuários de Desktop, contra 22,62% do Internet Explorer e 19,25% do Mozilla Firefox, segundo a StatCounter.[8] O navegador passou o Firefox em números de usuários pela primeira vez em novembro de 2011,[133] e o Internet Explorer em maio de 2012, quando atingiu 32,43% dos usuários.[134] . Dois anos após ultrapassar o Internet Explorer em número de usuários, a vantagem do Chrome em relação ao IE, já era de 26,03%, atingindo 48,63% dos usuários.
Em maio de 2011, o Google Chrome passou a ser o segundo navegador mais usado no país, ultrapassando o Mozilla Firefox, segundo dados do StatCounter.[135] Em novembro do mesmo ano, o Chrome ultrapassou o Internet Explorer, se tornando o navegador mais usado no país, com 39,81% dos usuários contra 34,43% do IE[136] , desde então, a vantagem do navegador da Google em relação ao navegador da Microsoft só aumentou no Brasil, atingindo 70,64% dos usuários do país em Setembro de 2014, uma vantagem de 55,93%, segundoo StatCounter
Chromium é o projeto de software livre criado pelo Google e com participação comunitária (sob o âmbito de Google Code) para fundamentar as bases do design e desenvolvimento do navegador Chrome (junto com a extensão Chrome Frame), ademais do sistema operacionalGoogle Chrome OS.[137] A porção realizada pelo Google está coberta pela licença de uso BSD, com outras partes sujeitas a uma variedade de licenças de código aberto permissivas que incluem Licença Apache, Licença MIT, MSPL, zlib, ICU e a licença dualMPL/GPL/LGPL.[138] O objetivo principal do projeto é proporcionar um navegador com maior estabilidade, velocidade e segurança além de incluir uma interface de usuário simples e eficiente.[139] No essencial, as contribuições feitas pelo projeto livre Chromium fundamentam o código-fonte do navegador sobre o qual ele foi baseado, o Google Chrome e, portanto, (o Chromium) possuirá as mesmas características deste, mas com um logotipo ligeiramente diferente e sem o apoio comercial ou técnico da companhia Google. De acordo com a documentação para os programadores, "Chromium" é o nome do projeto, não do produto, e não deveria aparecer nunca entre as variáveis do código, nomes de APIs (da sigla em inglês "Application programming interface") etc. Utiliza-se "chrome" em seu lugar.[140]
O anúncio de que o Google estava desenvolvendo um sistema operacional baseado na web com foco em netbooks causou uma enorme movimentação no mundo da tecnologia. O Chrome OS é um sistema operacional de código aberto baseado em Linux projetado pelo Google para trabalhar exclusivamente com aplicações web. Anunciado em 7 de julho de 2009, o Chrome OS teve um lançamento público de uma versão estável durante o segundo semestre de 2010, no dia 7 de dezembro de 2010. A interface de usuário faz uma abordagem minimalista, assemelhando-se ao navegador Chrome. O Chrome OS não estará disponível como download para instalação, em vez disso, o sistema operacional só virá em hardware específico de fabricação dos parceiros do Google. O navegador será a única aplicação residente no dispositivo, pois o Google Chrome OS é destinado aos usuários que passam a maior parte do seu tempo de uso de computador navegando na Internet. Em si, o Google Chrome OS é baseado no núcleo Linux.